Atos de Sucesso
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Política de Privacidade

Versão 6, em vigor desde 4 de setembro de 2026. Substitui a versão anterior. A mudança é uma só, e é para menos: o OpenRouter saiu da operação. O modelo de linguagem que redige a resposta do agente passou a ser contratado diretamente do Google, o mesmo fornecedor que já fazia a transcrição dos áudios — então há um intermediário a menos recebendo o conteúdo das suas mensagens. Nenhum prazo, nenhuma finalidade e nenhum outro terceiro mudou em relação à versão 5.

Esta política explica, sem rodeio, quais dados a gente coleta, por que coleta, com quem compartilha, por quanto tempo guarda e o que você pode exigir da gente. Ela segue a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) e vale pra tudo que a Atos de Sucesso opera: o site, a página de diagnóstico, a conversa de WhatsApp com o nosso agente e o agendamento de reunião.

1. Quem responde pelos seus dados

Controladora: Atos de Sucesso Marketing Digital LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº 38.232.795/0001-36, com sede em São Paulo/SP.

Encarregado pelo tratamento de dados pessoais — o que a LGPD chama de encarregado e o mercado chama de DPO: Henrique, sócio responsável pela Atos de Sucesso. Fale com ele em contato@atosdesucesso.com. É o mesmo canal pra pedido de acesso, correção, exclusão ou qualquer dúvida sobre esta política.

2. Uma distinção que importa: aqui não tem dado de paciente

Nossos serviços são vendidos pra empresa, não pra pessoa em busca de tratamento. Quem responde o diagnóstico e quem conversa com a gente no WhatsApp é o dono ou o responsável por uma clínica, falando do próprio negócio: quantas mensagens chegam, quem responde, qual tratamento fatura mais.

A gente não pede, não recebe e não quer dado de paciente. Nenhuma pergunta do diagnóstico é sobre uma pessoa atendida na clínica. Não tratamos dado pessoal sensível na acepção do art. 5º, II da LGPD — nada de saúde, biometria, origem racial, convicção religiosa, opinião política, filiação sindical ou vida sexual.

Se um dado de paciente chegar até nós por engano — numa captura de tela, num áudio, num encaminhamento —, a gente apaga e avisa quem mandou. Esse dado não é usado pra nada e não é repassado a ninguém.

3. Os dados que a gente trata

3.1. Quando você navega no site. Endereço IP, tipo e versão de navegador, sistema operacional, idioma, fuso horário, páginas visitadas, data e hora do acesso, e a página ou o anúncio que te trouxe até aqui (o referrer). Parte disso fica no registro do servidor de hospedagem; parte é lida pelos cookies descritos na seção 5.

3.2. Quando você faz o diagnóstico em atosdesucesso.com/diagnostico. A página não pede nome, e-mail nem telefone. O que fica gravado é:

  • Suas sete respostas: área da clínica, quem responde o WhatsApp hoje, volume de conversas novas por dia, quantas chegam fora do horário, qual tratamento mais fatura, faixa de valor do primeiro tratamento e quantas de cada dez pessoas marcam.
  • O resultado calculado a partir delas — a faixa em reais e a contagem de conversas por mês que apareceram na sua tela.
  • Um código curto de quatro caracteres, gerado na hora, que identifica esse diagnóstico.
  • Os parâmetros de origem da visita: utm_source, utm_medium, utm_campaign, utm_content, utm_term, utm_id, campaign_id, adset_id, ad_id, placement, site_source_name, a query string completa da URL e o referrer.
  • Os identificadores de publicidade da Meta: o parâmetro fbclid da URL, os cookies _fbp e _fbc, e um identificador de evento (event_id) gerado pela própria página.
  • Data e hora do envio.

3.3. Quando você chama a gente no WhatsApp. Seu número de telefone, o nome que aparece no seu perfil do WhatsApp, o conteúdo das mensagens que você manda e das que a gente responde, os áudios que você envia e a transcrição deles em texto, a data e a hora de cada mensagem, e a situação da conversa no nosso funil.

Quem responde primeiro é um agente automatizado, o Rafa. Ele se identifica como tal quando perguntado, e uma pessoa assume a conversa quando você pede ou quando ele reconhece que é a hora. Nos dois casos a conversa fica gravada.

Registro técnico de entrega. De cada mensagem que sai da gente, o WhatsApp devolve um aviso de que ela foi entregue ou lida. A gente guarda esse aviso por 7 dias, ligado ao seu número, só pra descobrir quando uma resposta nossa não chegou até você. Não é o conteúdo da mensagem: é o identificador dela e a situação da entrega.

Imagem que você manda. Desde 29/08/2026 o agente lê as fotos enviadas na conversa. A imagem é enviada ao Google (Gemini), que devolve uma descrição curta em texto, e é essa descrição que entra no registro da conversa. A imagem em si não é copiada para os nossos registros.

Duas coisas o agente não descreve, por decisão nossa. Quando a imagem parece ser de paciente — boca, dente, ferida, pós-operatório, exame — ou um documento com dado pessoal — comprovante, boleto, identidade, receita, print com nome ou telefone —, nenhuma descrição é gerada nem guardada. Fica registrado apenas que chegou uma imagem daquele tipo, e o agente avisa que não abre esse tipo de conteúdo. Vídeo e arquivo não são lidos.

Se você chegou pelo diagnóstico, a mensagem que abre a conversa leva aquele código de quatro caracteres. É por ele que seu telefone passa a ficar ligado às respostas que você deu no quiz — antes disso, as duas coisas estão separadas no nosso banco.

3.4. Quando você agenda uma reunião. O agendamento roda no Cal.com, que coleta seu nome, e-mail, telefone, fuso horário e o horário escolhido, e devolve pra gente a confirmação junto do código do diagnóstico.

3.5. Quando você fala com a gente por outro canal. E-mail, Instagram ou Facebook: o que você mandar, mais o que a plataforma nos mostrar do seu perfil.

4. Por que a gente trata, e com que base legal

A LGPD exige que cada tratamento tenha uma hipótese legal declarada (art. 7º). As nossas são estas:

  • Manter o site de pé, seguro e funcionando — legítimo interesse (art. 7º, IX). Registro de acesso, proteção contra abuso e contra envio automatizado de formulário.
  • Guardar registro de acesso a aplicação de internet — cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II), combinado com o art. 15 do Marco Civil da Internet.
  • Calcular e mostrar o seu diagnóstico — procedimentos preliminares relacionados a contrato, a seu pedido (art. 7º, V). Você pediu o número quando clicou em "Começar".
  • Atender você no WhatsApp, responder, qualificar e propor serviço — procedimentos preliminares de contrato (art. 7º, V) e, na parte de organização interna do funil, legítimo interesse (art. 7º, IX).
  • Saber se a nossa resposta chegou até você, e perceber quando o atendimento cai — legítimo interesse (art. 7º, IX). Sem isso, uma mensagem que não sai fica invisível pra gente e você espera resposta que nunca vem.
  • Entender o que você manda em imagem, pra conseguir responder — procedimentos preliminares de contrato (art. 7º, V). Sem isso, foto enviada na conversa vira silêncio. A recusa em descrever imagem de paciente e documento existe justamente pra não tratar dado sensível de terceiro que não faz parte desta conversa.
  • Medir nossos anúncios pelas ferramentas da Meta — consentimento (art. 7º, I). O Pixel e a Conversions API só entram em ação depois que você clica em "Aceitar" na barra da página de diagnóstico. Recusou, nada é enviado à Meta. Você pode mudar de ideia nos dois sentidos, pela seção 5.
  • Saber de qual anúncio veio cada diagnóstico, no nosso próprio banco — legítimo interesse (art. 7º, IX). Os parâmetros de origem (utm, ad_id, fbclid) vêm da própria URL, não de cookie, e ficam só com a gente. Esse registro acontece mesmo se você recusar os cookies da Meta — o que ele não faz, nesse caso, é virar evento dentro da Meta.
  • Executar o contrato, faturar e cumprir obrigação fiscal e contábil, se você virar cliente — execução de contrato (art. 7º, V) e obrigação legal (art. 7º, II).
  • Exercer ou defender direito em processo — art. 7º, VI.

A gente não vende seus dados pra ninguém, em nenhuma hipótese.

5. Cookies e medição de anúncio

O site usa cookies próprios necessários pro funcionamento básico das páginas e, na página de diagnóstico, os cookies do Pixel da Meta:

  • _fbp — identifica o navegador pro Pixel. Dura até 90 dias.
  • _fbc — guarda o clique que veio de um anúncio, montado a partir do parâmetro fbclid da URL. Dura até 90 dias.

Esses dois só existem se você aceitar. Na primeira visita à página de diagnóstico aparece uma barra no rodapé perguntando. Enquanto você não decide, o Pixel não é carregado e nada é enviado à Meta. Se você recusar, ele nunca carrega. A barra não bloqueia o diagnóstico: dá pra responder as sete perguntas sem decidir nada.

Sua escolha fica guardada por 180 dias num registro do próprio site (atos_consent_v1), pra barra não te perguntar de novo a cada visita. Esse registro é cookie necessário — sem ele não há como lembrar que você recusou.

Mudar de ideia, nos dois sentidos:

  • — apaga a decisão guardada. Na próxima vez que você abrir o diagnóstico, a barra pergunta de novo.
  • Bloquear ou apagar cookies de terceiros nas configurações do seu navegador, ou navegar em janela anônima.
  • Ajustar o que a Meta pode usar dentro da sua conta do Facebook ou Instagram, em "Suas informações" e em "Atividade fora das tecnologias da Meta".
  • Escrever pra contato@atosdesucesso.com. A gente apaga os identificadores associados a você e para de enviar evento seu.

Revogar é tão fácil quanto consentir, como manda o art. 8º, parágrafo 5º da LGPD, e revogar não te tira nada: o diagnóstico e o atendimento funcionam igual.

Não usamos cookie pra montar perfil de comportamento fora do nosso próprio site, e não instalamos ferramenta de gravação de sessão nem mapa de calor. O site institucional não tem Pixel nenhum.

6. O que a gente manda pra Meta, exatamente

Esta seção existe porque o item mais fácil de esconder numa política é justamente este. Então: sim, a gente compartilha dado com a Meta — se você aceitar. Tudo que está descrito aqui depende do "Aceitar" da seção 5. Sem ele, nada abaixo acontece.

Pelo Pixel, no seu navegador (identificador 1945774622388664), a Meta recebe automaticamente o seu endereço IP, dados do seu navegador, a URL da página e os cookies _fbp e _fbc. Os eventos que disparam são: abrir a página (PageView), começar o quiz (QuizStart), chegar ao resultado (QuizComplete) e clicar no botão do WhatsApp (Lead).

Pela Conversions API, do nosso servidor, quando você clica no botão do WhatsApp a gente envia um evento Lead contendo apenas: os cookies _fbp e _fbc que já tínhamos gravado, o identificador do evento, o horário e o endereço da página. O identificador é o mesmo do evento do navegador, de propósito, pra Meta contar uma vez só.

O que a Conversions API não envia: suas respostas do diagnóstico, o valor calculado, o código curto, o conteúdo de nenhuma mensagem de WhatsApp e o seu nome. Nada disso vai pra Meta.

Eventos mais adiante no funil. Pra medir quais anúncios geram contrato de verdade, a gente também envia à Meta os eventos de reunião agendada e de venda fechada, junto do seu telefone e do seu e-mail transformados em hash SHA-256, nunca em texto legível. Hash é um resumo irreversível: serve pra Meta verificar se ela já conhece aquele contato, não pra ler o número.

Isso segue exatamente a mesma regra: só acontece pra quem aceitou na barra da seção 5. Recusou, ou não decidiu, e o evento não sai — nem o do clique, nem os de agendamento e venda.

A Meta também trata esses dados como controladora, sob a política de dados dela. O que ela faz com o dado depois de recebido é regido por aquela política, não por esta.

7. Com quem mais a gente compartilha

Só com quem precisa pra operação funcionar, e cada um pelo motivo declarado:

  • Meta Platforms — medição e otimização de anúncio (seção 6) e o próprio WhatsApp, por onde a conversa acontece.
  • Cloudfy — infraestrutura onde rodam nossa automação, o banco com as respostas do diagnóstico e o histórico das conversas.
  • HostGator — hospedagem do site e registro de acesso ao servidor.
  • Google — o modelo de linguagem que redige a resposta do agente e a transcrição dos áudios que você manda no WhatsApp, os dois pela API do Gemini, contratada diretamente por nós; e as fontes tipográficas do site, que fazem seu navegador contatar servidores do Google e revelar seu IP em toda página. Recebe o conteúdo das mensagens.
  • Sobre o item acima: como controladora, a Atos de Sucesso não autoriza esse fornecedor a usar o conteúdo das suas conversas pra treinar modelos de inteligência artificial, nem a submetê-lo a revisão humana além do necessário pra prestar o serviço. Eles processam sob nossas instruções, na forma do art. 39 da LGPD.
  • Cal.com — agendamento das reuniões.
  • Autoridade pública — quando houver ordem judicial, requisição legal ou obrigação regulatória. Se acontecer, a gente te avisa, salvo se a lei proibir o aviso.

Se a Atos de Sucesso for vendida, incorporada ou fundida, os dados podem ser transferidos pra sucessora, que fica obrigada aos mesmos termos desta política.

8. Transferência internacional

Meta, Google, HostGator e Cal.com processam dados fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos e na União Europeia. Essa transferência é necessária pra execução dos serviços que você pediu e pras finalidades declaradas na seção 4, e se apoia nas hipóteses do art. 33 da LGPD, com as cláusulas contratuais e os termos de proteção de dados oferecidos por cada um desses fornecedores.

9. Por quanto tempo a gente guarda

  • Respostas do diagnóstico e dados de origem da visita: 24 meses contados do envio, ou até você pedir a exclusão.
  • Conversas de WhatsApp, áudios e transcrições: 24 meses contados da última mensagem, ou até você pedir a exclusão.
  • Descrição em texto das imagens enviadas na conversa: segue o prazo das conversas de WhatsApp, 24 meses contados da última mensagem. A imagem em si não é guardada por nós, e imagem de paciente ou documento não gera descrição nenhuma.
  • Registro técnico de entrega das mensagens de WhatsApp: 7 dias contados do envio. Guarda o identificador da mensagem, o número de destino e se ela foi entregue ou lida — não guarda o conteúdo.
  • Registros de acesso ao site: 6 meses, conforme o art. 15 do Marco Civil da Internet.
  • Cookies _fbp e _fbc: até 90 dias no seu navegador, e você apaga quando quiser.
  • Dados de quem virou cliente: pelo prazo do contrato e, depois dele, pelo tempo exigido pela legislação fiscal, contábil e civil — até 5 anos contados do fim da relação.

Passado o prazo, o dado é eliminado ou anonimizado, do jeito que o art. 16 da LGPD permite. Dado sob discussão judicial fica retido até o fim do processo.

10. Seus direitos

O art. 18 da LGPD te dá, e a gente cumpre:

  • Confirmação de que existe tratamento, e acesso aos dados.
  • Correção de dado incompleto, inexato ou desatualizado.
  • Anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário, excessivo ou tratado fora da lei.
  • Portabilidade a outro fornecedor, nos termos que a ANPD definir.
  • Eliminação dos dados tratados com base em consentimento.
  • Saber com quais entidades públicas e privadas a gente compartilhou seus dados.
  • Ser informado sobre a possibilidade de não consentir, e o que acontece se você negar.
  • Revogar consentimento, quando o tratamento se apoiar nele.
  • Se opor a tratamento feito com base em legítimo interesse — inclusive a medição de anúncio da seção 5.

Como exercer: escreva pra contato@atosdesucesso.com dizendo o que você quer. Se você fez o diagnóstico, mande junto o código de quatro caracteres — sem ele, ou sem o telefone que conversou com a gente, pode não haver como localizar seus dados, porque o quiz não pede identificação. A gente pode pedir informação adicional pra confirmar que é você, e usa essa informação só pra isso.

Prazo: respondemos em até 15 dias, conforme o art. 19, II da LGPD.

11. Decisão automatizada

Duas coisas por aqui rodam sem pessoa no meio: o cálculo do diagnóstico, que aplica uma fórmula fixa sobre as respostas que você deu, e a triagem inicial da conversa pelo agente, que classifica o interesse e decide quando chamar alguém da equipe. Nenhuma das duas nega crédito, produto ou serviço a ninguém — no máximo definem a ordem do nosso atendimento.

Ainda assim, o art. 20 da LGPD te dá o direito de pedir revisão dessas decisões e explicação sobre os critérios usados. É o mesmo e-mail da seção 10, e quem responde é uma pessoa.

12. Segurança e incidentes

O acesso ao banco e às automações é restrito e protegido por credencial individual; o tráfego do site e das integrações é criptografado; chaves e tokens ficam guardados fora do código que roda no seu navegador. Nenhuma dessas medidas torna um sistema invulnerável, e a gente não vai fingir que torna.

Se acontecer incidente de segurança com risco relevante pra você, a gente comunica você e a ANPD, como manda o art. 48 da LGPD, informando o que houve, quais dados foram afetados e o que estamos fazendo.

13. Menores de idade

Nossos serviços são dirigidos a empresas e a pessoas maiores de 18 anos. Não coletamos dados de criança ou adolescente de propósito. Se descobrirmos que recebemos, apagamos.

14. Mudanças nesta política

Quando a gente mudar alguma coisa, a data e o número da versão no topo mudam junto. Se a mudança alterar de forma relevante o que fazemos com o seu dado — nova finalidade, novo terceiro, nova base legal —, a gente avisa antes de a mudança valer, no site e, quando houver como te contatar, no canal em que você falou com a gente. As versões anteriores ficam disponíveis a quem pedir por e-mail.

15. Fale com a gente, e com a ANPD

Qualquer dúvida, pedido ou reclamação: contato@atosdesucesso.com. Se a nossa resposta não te satisfizer, você pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados em gov.br/anpd.

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