Política de Privacidade
Versão 10.2, em vigor a partir de 23 de outubro de 2026. Substitui a versão 10.1, do mesmo dia, que continua disponível a quem pedir, como as anteriores. O que esta versão muda: o painel de números que a gente dá pra clínica acompanhar o agente também passou a ser entregue pela Cloudflare, e o acesso a ele entra no registro de acesso de 6 meses, com o código de acesso da clínica cortado. O registro de acesso de antes da troca, que estava na HostGator, foi copiado pra um armazenamento privado da nossa conta na Cloudflare e não fica mais com a HostGator. E a HostGator ficou só com o endereço atosdesucesso.com.br, que redireciona pro .com: quem abre o .com.br passa por ela antes de ser redirecionado. Mexemos nas seções 3.1, 4, 7, 8 e 9. Em relação à 10.1, a Cloudflare não é terceiro novo e não há finalidade nova nem base legal nova, e por isso a seção 14 não pede aviso prévio. O que veio antes continua valendo: a versão 10 reescreveu as seções 3.1, 4, 5, 7, 8 e 9 pra troca do site e corrigiu, na seção 10, a remissão do direito de se opor, que agora aponta pra seção 4; a 10.1 só ajustou o tempo dos verbos e uma referência da seção 3-A. Desde 22 de outubro a Cloudflare traduz o endereço do site pro dos nossos servidores (o DNS), e desde 23 de outubro entrega as páginas e o painel, no lugar da HostGator. Isso é um terceiro vendo cada visita, e fora do Brasil: a cada página aberta ela recebe o IP, os dados do navegador, a URL completa, com os parâmetros que dizem de qual anúncio a pessoa veio, e a página de onde ela chegou. No painel, recebe o IP de quem abriu e o endereço com o código de acesso da clínica. Ela trata isso como operadora da Atos, processa principalmente nos Estados Unidos e não fixa por quanto tempo guarda o que recebe (seção 7). O que não passa por ela: as respostas do diagnóstico, que vão direto pro nosso servidor, as conversas de WhatsApp, as da Atos e as das clínicas, e o e-mail. Conversa de paciente de clínica nunca passa por ela. Na conversa de clínica (seção 3-A) nada mudou, e o que a versão 9 disse sobre OpenAI e Google continua valendo do mesmo jeito.
Esta política explica, sem rodeio, quais dados a gente coleta, por que coleta, com quem compartilha, por quanto tempo guarda e o que você pode exigir da gente. Ela segue a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) e vale pra tudo que a Atos de Sucesso opera: o site, a página de diagnóstico, a conversa de WhatsApp com o nosso agente e o agendamento de reunião.
1. Quem responde pelos seus dados
Controladora: Atos de Sucesso Marketing Digital LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº 38.232.795/0001-36, com sede em São Paulo/SP.
Encarregado pelo tratamento de dados pessoais — o que a LGPD chama de encarregado e o mercado chama de DPO: Henrique, sócio responsável pela Atos de Sucesso. Fale com ele em contato@atosdesucesso.com. É o mesmo canal pra pedido de acesso, correção, exclusão ou qualquer dúvida sobre esta política.
2. Duas conversas diferentes, e a LGPD trata cada uma do seu jeito
2.1. Quando você fala com a Atos de Sucesso — pelo diagnóstico ou pelo nosso próprio WhatsApp, o do agente Rafa, que atende quem quer contratar a gente. Aqui, quem responde é o dono ou responsável por uma clínica, falando do próprio negócio: quantas mensagens chegam, quem responde, qual tratamento fatura mais. Nenhuma pergunta do diagnóstico é sobre uma pessoa atendida na clínica.
Nesta conversa, a gente não pede, não recebe e não quer dado de paciente. Não tratamos dado pessoal sensível na acepção do art. 5º, II da LGPD — nada de saúde, biometria, origem racial, convicção religiosa, opinião política, filiação sindical ou vida sexual. Se um dado desse tipo chegar até nós por engano nesta conversa — numa captura de tela, num áudio, num encaminhamento —, a gente apaga da conversa e avisa quem mandou. Esse dado não é usado pra nada e, da nossa parte, não vai pra mais ninguém. Só que o que chega na conversa — texto, imagem ou áudio — passa pelo Google antes de dar pra saber o que é, como as seções 3.3 e 7 descrevem: o nosso apagar vem depois desse envio, não no lugar dele.
2.2. Quando a sua clínica contrata a gente e instala o agente no WhatsApp dela, a situação muda por completo. Quem passa a conversar com o agente são os pacientes da clínica, sobre a saúde deles — isso é dado pessoal sensível (art. 5º, II da LGPD). Aqui a clínica é a controladora desse dado — é ela quem decide atender por esse canal e quem responde pelos pacientes dela — e a Atos de Sucesso é a operadora (art. 39 da LGPD): trata esse dado só conforme as instruções da clínica, escritas em contrato, nunca por conta própria. A seção 3-A explica exatamente o que isso significa na prática, e vale desde o teste gratuito de 7 dias, antes mesmo de qualquer contrato assinado.
O restante desta política — o que fica registrado, com quem compartilhamos, por quanto tempo guardamos — descreve o tratamento que a Atos de Sucesso faz como controladora: do site, do diagnóstico e da conversa com o agente Rafa. Se você é paciente de uma clínica que usa o nosso agente, o aviso de privacidade de quem te atende é o dela, não este.
3. Os dados que a gente trata
3.1. Quando você navega no site. Endereço IP, tipo e versão de navegador, sistema operacional, idioma, fuso horário, páginas visitadas, data e hora do acesso, e a página ou o anúncio que te trouxe até aqui (o referrer). Parte disso fica no registro de acesso do site; parte é lida pelos cookies descritos na seção 5. Desde a troca do site, em 23 de outubro de 2026, as páginas são entregues pela Cloudflare (seção 7), e quem grava o registro é a gente, num banco da nossa própria conta na Cloudflare: a cada página aberta, a data e a hora, o IP, a URL completa (com os parâmetros de origem da seção 3.2, como utm e fbclid), o navegador (o user agent) e o referrer. O painel de números que a gente dá pra clínica acompanhar o agente também entra nesse registro, com os mesmos campos e uma diferença: o endereço dele leva o código de acesso da clínica, e no registro ficam só os 6 primeiros caracteres desse código. O registro de antes da troca ficava na HostGator. Ele foi copiado pra um armazenamento privado da nossa conta na Cloudflare, sem acesso público, e não fica mais com a HostGator. Tanto o registro de agora quanto essa cópia são apagados sozinhos quando completam 6 meses (seção 9).
3.2. Quando você faz o diagnóstico em atosdesucesso.com/diagnostico. A página não pede nome, e-mail nem telefone. O que fica gravado é:
- Suas sete respostas: área da clínica, quem responde o WhatsApp hoje, volume de conversas novas por dia, quantas chegam fora do horário, qual tratamento mais fatura, faixa de valor do primeiro tratamento e quantas de cada dez pessoas marcam.
- O resultado calculado a partir delas — a faixa em reais e a contagem de conversas por mês que apareceram na sua tela.
- Um código curto de quatro caracteres, gerado na hora, que identifica esse diagnóstico.
- Os parâmetros de origem da visita: utm_source, utm_medium, utm_campaign, utm_content, utm_term, utm_id, campaign_id, adset_id, ad_id, placement, site_source_name, a query string completa da URL e o referrer.
- Os identificadores de publicidade da Meta: o parâmetro fbclid da URL, os cookies _fbp e _fbc, e um identificador de evento (event_id) gerado pela própria página.
- Data e hora do envio.
3.3. Quando você chama a gente no WhatsApp. Seu número de telefone, o nome que aparece no seu perfil do WhatsApp, o conteúdo das mensagens que você manda e das que a gente responde, os áudios que você envia e a transcrição deles em texto, a data e a hora de cada mensagem, e a situação da conversa no nosso funil.
Quem responde primeiro é um agente automatizado, o Rafa. Ele se identifica como tal quando perguntado, e uma pessoa assume a conversa quando você pede ou quando ele reconhece que é a hora. Nos dois casos a conversa fica gravada.
Registro técnico de entrega. De cada mensagem que sai da gente, o WhatsApp devolve um aviso de que ela foi entregue ou lida. A gente guarda esse aviso por 7 dias na tabela dele, ligado ao seu número, só pra descobrir quando uma resposta nossa não chegou até você — e ele também passa pelos registros de execução da nossa automação, que seguem o prazo da seção 9. Não é o conteúdo da mensagem: é o identificador dela e a situação da entrega.
Imagem que você manda. Desde 29/08/2026 o agente lê as fotos enviadas na conversa. A imagem é enviada ao Google (Gemini), que primeiro classifica o que é aquilo e, quando o conteúdo é liberado, devolve uma descrição curta em texto — e é essa descrição que entra no registro da conversa. A imagem em si não é copiada para os nossos registros.
Duas coisas o agente não descreve, por decisão nossa. Quando a imagem parece ser de paciente — boca, dente, ferida, pós-operatório, exame — ou um documento com dado pessoal — comprovante, boleto, identidade, receita, print com nome ou telefone —, nenhuma descrição é gerada nem guardada. Fica registrado apenas que chegou uma imagem daquele tipo, e o agente avisa que não abre esse tipo de conteúdo. Vídeo e arquivo não são lidos. Só que tem uma parte desconfortável aqui, e ela precisa estar escrita: quem identifica que a imagem é de paciente ou de documento é o próprio Google. A imagem inteira é enviada pra ser classificada sempre que é o agente que está respondendo, e é da classificação que vem a recusa — enquanto uma pessoa da equipe está na conversa, imagem nenhuma é lida nem enviada ao Google, fica registrado só que chegou. Então, quando a gente deixa de descrever uma foto de paciente, ela já tinha sido enviada. O que a decisão garante é o que vem depois dela: descrição nenhuma é gerada, nada entra no registro da conversa além do tipo da imagem, e a imagem não é copiada pros nossos registros.
Se você chegou pelo diagnóstico, a mensagem que abre a conversa leva aquele código de quatro caracteres. É por ele que seu telefone passa a ficar ligado às respostas que você deu no quiz — antes disso, as duas coisas estão separadas no nosso banco.
3.4. Quando você agenda uma reunião. O agendamento roda no Cal.com, que coleta seu nome, e-mail, telefone, fuso horário e o horário escolhido, e devolve pra gente a confirmação junto do código do diagnóstico.
3.5. Quando você fala com a gente por outro canal. E-mail, Instagram ou Facebook: o que você mandar, mais o que a plataforma nos mostrar do seu perfil.
3-A. Quando a Atos é operadora: o agente instalado na sua clínica
Esta seção vale a partir do momento em que uma clínica cliente coloca o nosso agente pra atender no WhatsApp dela — inclusive durante o período de teste gratuito de 7 dias, porque nesse período o agente já responde paciente de verdade, antes de qualquer contrato assinado.
- Quem manda, e quem responde por você. A clínica é a controladora dos seus dados: é ela quem decide atender por esse canal, quem tem a base legal para isso — tutela da sua saúde, no exercício da atividade dela (art. 11, II, "f" da LGPD) — e quem responde pelos seus direitos de titular. A Atos de Sucesso é operadora: trata seu dado só porque a clínica instruiu, por contrato, exatamente pra isso.
- Pra que a Atos lê essas conversas. Só pra uma coisa: corrigir e melhorar o atendimento automatizado daquela clínica, a mando dela e em benefício dela. Nunca por iniciativa própria da Atos.
- O que nunca acontece. Dado de uma clínica não treina, não ajusta e não melhora o agente de nenhuma outra clínica, nem o produto que a Atos vende de modo geral. Isso está escrito em cláusula contratual com cada clínica, não é promessa solta. O agente não "aprende sozinho" com as conversas — a melhoria é feita por uma pessoa, olhando o que ele respondeu errado.
- Quem tem acesso. Só quem precisa dele pra fazer a manutenção, pelo tempo necessário, com registro de quando o acesso acontece.
- Foto de paciente na conversa. Quando chega uma imagem e é o agente que está respondendo, ela é enviada inteira à OpenAI, que classifica o que é aquilo (até a troca chegar à clínica, quem faz isso é o Google, do mesmo jeito). E vale dizer o contrário logo em seguida: se uma pessoa da equipe já assumiu a conversa, a imagem não é lida e não sai da nossa infraestrutura, fica registrado apenas que ela chegou. Não tem como contornar: é essa classificação que identifica foto de paciente e documento com dado pessoal, então, quando a gente descobre que a imagem era de paciente, ela já subiu pra OpenAI. E tem mais uma parte desconfortável: a chamada é configurada pra OpenAI não guardar a conversa, mas o registro de monitoramento de abuso dela, de até 30 dias, pode conter o que foi enviado, e aqui o que foi enviado é a foto. Dito isso, a decisão que vem depois continua valendo e é ela que limita o que fica nos nossos registros: quando a classificação é paciente (boca, dente, ferida, pós-operatório, exame) ou documento com dado pessoal (comprovante, identidade, receita, print com nome ou telefone), nenhuma descrição é gerada nem guardada. Fica registrado apenas que chegou uma imagem daquele tipo. Nos outros casos, o que entra no registro é a descrição curta em texto, nunca a imagem: a imagem não é copiada pros registros da Atos em nenhuma hipótese. Não ser copiada pros nossos registros não é o mesmo que não ser encaminhada: quando o atendimento é passado pra equipe da clínica, a foto de paciente vai pro número de aviso da clínica, e o próximo item diz exatamente pra onde e pra onde não. Em conversa de clínica essa foto é dado pessoal sensível de saúde (art. 5º, II da LGPD), e quem tem base legal pra tratá-la é a clínica, como controladora, na forma do primeiro item desta seção.
- Pra onde essa foto vai, e pra onde ela não vai. Quando o atendimento é passado pra equipe da clínica, a Atos manda um aviso pro WhatsApp de quem atende. Se a mensagem que provocou essa passagem trouxe uma imagem, ela vai junto desse aviso — pra quem atende ver sem ter que abrir o WhatsApp da clínica e ir procurar. Então o encaminhamento não acontece a cada imagem que chega: ele pega carona no aviso da passagem pra equipe. Imagem que não provoca passagem pra equipe não é encaminhada, e imagem que chega depois de a equipe já ter assumido também não. Nas duas vale o que diz o item anterior. E é qualquer imagem, não só imagem clínica: uma radiografia, foto de boca, de dente, de ferida, de pós-operatório — mas também o comprovante, a carteirinha ou o print que você mandar, porque o sistema não separa uma coisa da outra: o que decide o encaminhamento é a passagem pra equipe, não o que está na imagem. Vídeo e arquivo não entram nesse encaminhamento. Vai identificada: junto dela segue uma legenda com o seu nome, dizendo que foi você quem acabou de mandar e que, nesse caminho, quem vê a imagem é quem te atende, não a Atos. A legenda não diz o que a imagem é. O destino desse encaminhamento é um só, lido do cadastro daquela clínica a cada envio e nunca fixo no código: o número de aviso que ela cadastrou. Não vai pra nenhum outro número, não vai pra outra clínica, e a Atos de Sucesso não é destinatária dela. O envio sai do próprio WhatsApp da clínica, o mesmo por onde a imagem chegou, e a imagem não é gravada em nenhuma tabela nossa — ela é baixada pra ser encaminhada, e nada além disso. Isso vale só pra conversa de clínica, onde a Atos é operadora: no WhatsApp da própria Atos, o do agente Rafa, não há encaminhamento de imagem nenhum. E tem outra parte que precisa estar escrita: a recusa de descrever, do item anterior, não impede o encaminhamento. São duas coisas separadas — uma é sobre o que entra no nosso registro, a outra é sobre o que quem te atende vê. Foto de paciente e documento com dado pessoal seguem sem gerar descrição nenhuma, e passam a ser encaminhados pro número de aviso da clínica. Quando a imagem é clínica, a finalidade e a base legal são as do primeiro item desta seção: tutela da sua saúde, no exercício da atividade da clínica (art. 11, II, "f" da LGPD), com a clínica como controladora. Quando é outra coisa, a controladora continua sendo a clínica, é ela quem tem a base legal pra isso, e a Atos continua tratando só porque ela instruiu, por contrato (art. 39 da LGPD). Uma coisa sobre a ordem das coisas: este item foi escrito antes de o encaminhamento existir, não depois. Em 6 de outubro de 2026, quando a versão 8 desta política passou a valer, ele ainda não estava ligado. É finalidade nova sobre dado de saúde, e a seção 14 promete avisar antes de a mudança valer, então o texto entrou primeiro, e o encaminhamento foi ligado depois dele.
- Suboperadores. Pra prestar esse serviço, a Atos usa fornecedores que não fazem a mesma coisa. Em cada clínica que já trocou pra OpenAI, são três. OpenAI, pela API contratada pela Atos: é ela que faz todo o trabalho de modelo de linguagem da conversa. Redige a resposta do agente e, pra isso, recebe o texto da conversa. Transcreve o áudio, que vai como arquivo junto de um vocabulário fixo da clínica (nomes e termos, nenhum dado de paciente). Classifica e descreve a imagem. Quando é o agente que está respondendo, ela sobe inteira, inclusive a que acaba sem descrição nenhuma, e em conversa de clínica pode ser foto de paciente, que é dado pessoal sensível de saúde (art. 5º, II da LGPD). O que acontece com ela depois está no item sobre foto de paciente, acima. E monta o resumo do atendimento que vai pra equipe quando a conversa é passada a uma pessoa, a partir do texto da conversa. As chamadas que redigem, leem a imagem e montam o resumo são configuradas pra OpenAI não guardar a conversa. Mesmo assim, ela mantém por até 30 dias um registro de monitoramento de abuso, que pode conter o que foi enviado (inclusive a foto) e o que ela respondeu. A transcrição de áudio não fica guardada lá nem entra nesse registro. A OpenAI não treina os modelos dela com o conteúdo, não tem região de dados no Brasil e processa principalmente nos Estados Unidos (seção 8). Hostinger: hospedagem da infraestrutura onde a conversa é processada. Meta: transporte da mensagem no WhatsApp. A troca é clínica por clínica: começou por uma em 22 de outubro de 2026, depois de a versão 9 desta política estar publicada, e as próximas clínicas também passam pra OpenAI. Até a troca chegar a uma clínica, ali tudo isso continua no Google (Gemini), que faz as mesmas quatro tarefas e recebe o mesmo conteúdo, imagem inteira incluída. Quando a troca chega, o Google sai da conversa daquela clínica. Hostinger e Meta, e o Google onde ele ainda está, são os mesmos fornecedores da seção 7, e o Google segue sob a mesma instrução daquela seção de não usar o conteúdo pra treinar modelo. A OpenAI não aparece na seção 7 porque só entra na conversa de clínica.
- Incidente de segurança. Se acontecer, a Atos avisa a clínica em até 24 a 48 horas — prazo pensado pra ela conseguir cumprir o prazo dela com a ANPD.
- Fim do contrato. Os dados são devolvidos ou eliminados, como a clínica escolher, em até 15 dias.
- Relatório de impacto. Se a clínica precisar elaborar um relatório de impacto à proteção de dados sobre este atendimento, a Atos coopera fornecendo as informações necessárias.
- Seus direitos como paciente. Quem responde por eles é a clínica que te atende, não a Atos de Sucesso — é o aviso de privacidade dela que vale, e é pra ela que você pede acesso, correção ou exclusão. A Atos presta assistência técnica pra clínica cumprir esse pedido dentro do prazo legal, mas não é a Atos quem decide sobre o seu dado.
Isto é um resumo. O texto contratual completo está na cláusula de proteção de dados de cada contrato entre a Atos de Sucesso e a clínica cliente.
4. Por que a gente trata, e com que base legal
A LGPD exige que cada tratamento tenha uma hipótese legal declarada (art. 7º). As nossas são estas:
- Manter o site de pé, seguro e funcionando — legítimo interesse (art. 7º, IX). Entregar as páginas, guardar o registro de acesso pra conseguir investigar abuso e proteger contra envio automatizado de formulário. Quem entrega as páginas é a Cloudflare, desde a troca de 23 de outubro de 2026. Antes dela era a HostGator (seção 7).
- Guardar registro de acesso a aplicação de internet — cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II), combinado com o art. 15 do Marco Civil da Internet. São 6 meses. Quem guarda é a gente mesmo, num banco da nossa conta na Cloudflare, que apaga cada registro sozinho quando ele completa esse prazo. O acesso ao painel de números da clínica entra nesse mesmo registro, com o código de acesso cortado. O registro de antes da troca de 23 de outubro de 2026, que a HostGator guardava, foi copiado pra um armazenamento privado da nossa conta na Cloudflare, sem acesso público, e cada dia dele é apagado sozinho quando completa os mesmos 6 meses (seção 9).
- Calcular e mostrar o seu diagnóstico — procedimentos preliminares relacionados a contrato, a seu pedido (art. 7º, V). Você pediu o número quando clicou em "Começar".
- Atender você no WhatsApp, responder, qualificar e propor serviço — procedimentos preliminares de contrato (art. 7º, V) e, na parte de organização interna do funil, legítimo interesse (art. 7º, IX).
- Saber se a nossa resposta chegou até você, e perceber quando o atendimento cai — legítimo interesse (art. 7º, IX). Sem isso, uma mensagem que não sai fica invisível pra gente e você espera resposta que nunca vem.
- Entender o que você manda em imagem, pra conseguir responder — procedimentos preliminares de contrato (art. 7º, V). Sem isso, foto enviada na conversa vira silêncio. A recusa em descrever imagem de paciente e documento existe justamente pra não tratar dado sensível de terceiro que não faz parte desta conversa.
- Medir nossos anúncios pelas ferramentas da Meta — consentimento (art. 7º, I). O Pixel e a Conversions API só entram em ação depois que você clica em "Aceitar" na barra da página de diagnóstico. Recusou, nada é enviado à Meta. Você pode mudar de ideia nos dois sentidos, pela seção 5.
- Saber de qual anúncio veio cada diagnóstico, no nosso próprio banco — legítimo interesse (art. 7º, IX). Os parâmetros de origem (utm, ad_id, fbclid) vêm da própria URL, não de cookie, e não vão pra Meta por esse caminho. Esse registro acontece mesmo se você recusar os cookies da Meta — o que ele não faz, nesse caso, é virar evento dentro da Meta. Tem mais alguém que vê esses parâmetros: a Cloudflare, como operadora nossa, porque eles estão na URL da página que ela entrega (seção 7).
- Contar quantas visitas chegaram de cada anúncio, pelo registro de acesso do site — legítimo interesse (art. 7º, IX). O mesmo registro de acesso que o site guarda por segurança e por lei é usado também pra contar, só em números somados por dia, quantas visitas chegaram vindas de cada anúncio. Nessa contagem ninguém é identificado, e nada dela vai pra Meta.
- Executar o contrato, faturar e cumprir obrigação fiscal e contábil, se você virar cliente — execução de contrato (art. 7º, V) e obrigação legal (art. 7º, II).
- Exercer ou defender direito em processo — art. 7º, VI.
A gente não vende seus dados pra ninguém, em nenhuma hipótese.
5. Cookies e medição de anúncio
O site usa cookies próprios necessários pro funcionamento básico das páginas e, na página de diagnóstico, os cookies do Pixel da Meta:
- _fbp — identifica o navegador pro Pixel. Dura até 90 dias.
- _fbc — guarda o clique que veio de um anúncio, montado a partir do parâmetro fbclid da URL. Dura até 90 dias.
Esses dois só existem se você aceitar. Na primeira visita à página de diagnóstico aparece uma barra no rodapé perguntando. Enquanto você não decide, o Pixel não é carregado e nada é enviado à Meta. Se você recusar, ele nunca carrega. A barra não bloqueia o diagnóstico: dá pra responder as sete perguntas sem decidir nada.
Sua escolha fica guardada por 180 dias num registro do próprio site (atos_consent_v1), pra barra não te perguntar de novo a cada visita. Esse registro é cookie necessário — sem ele não há como lembrar que você recusou.
Mudar de ideia, nos dois sentidos:
- — apaga a decisão guardada. Na próxima vez que você abrir o diagnóstico, a barra pergunta de novo.
- Bloquear ou apagar cookies de terceiros nas configurações do seu navegador, ou navegar em janela anônima.
- Ajustar o que a Meta pode usar dentro da sua conta do Facebook ou Instagram, em "Suas informações" e em "Atividade fora das tecnologias da Meta".
- Escrever pra contato@atosdesucesso.com. A gente apaga os identificadores associados a você e para de enviar evento seu.
Revogar é tão fácil quanto consentir, como manda o art. 8º, parágrafo 5º da LGPD, e revogar não te tira nada: o diagnóstico e o atendimento funcionam igual.
Não usamos cookie pra montar perfil de comportamento fora do nosso próprio site, e não instalamos ferramenta de gravação de sessão nem mapa de calor. O site institucional não tem Pixel nenhum. E a Cloudflare, que entrega as páginas (seção 7), não grava cookie nenhum no seu navegador nem coloca script dela na página: a gente não ligou as ferramentas dela de detecção de robô nem de análise de visita.
6. O que a gente manda pra Meta, exatamente
Esta seção existe porque o item mais fácil de esconder numa política é justamente este. Então: sim, a gente compartilha dado com a Meta — se você aceitar. Tudo que está descrito aqui depende do "Aceitar" da seção 5. Sem ele, nada abaixo acontece.
Pelo Pixel, no seu navegador (identificador 1945774622388664), a Meta recebe automaticamente o seu endereço IP, dados do seu navegador, a URL da página e os cookies _fbp e _fbc. Os eventos que disparam são: abrir a página (PageView), começar o quiz (QuizStart), chegar ao resultado (QuizComplete) e clicar no botão do WhatsApp (Lead).
Pela Conversions API, do nosso servidor, quando você clica no botão do WhatsApp a gente envia um evento Lead contendo apenas: os cookies _fbp e _fbc que já tínhamos gravado, o identificador do evento, o horário e o endereço da página. O identificador é o mesmo do evento do navegador, de propósito, pra Meta contar uma vez só.
O que a Conversions API não envia: suas respostas do diagnóstico, o valor calculado, o código curto, o conteúdo de nenhuma mensagem de WhatsApp e o seu nome. Nada disso vai pra Meta.
Eventos mais adiante no funil. Pra medir quais anúncios geram contrato de verdade, a gente também envia à Meta os eventos de reunião agendada e de venda fechada, junto do seu telefone e do seu e-mail transformados em hash SHA-256, nunca em texto legível. Hash é um resumo irreversível: serve pra Meta verificar se ela já conhece aquele contato, não pra ler o número.
Isso segue exatamente a mesma regra: só acontece pra quem aceitou na barra da seção 5. Recusou, ou não decidiu, e o evento não sai — nem o do clique, nem os de agendamento e venda.
A Meta também trata esses dados como controladora, sob a política de dados dela. O que ela faz com o dado depois de recebido é regido por aquela política, não por esta.
7. Com quem mais a gente compartilha
Só com quem precisa pra operação funcionar, e cada um pelo motivo declarado:
- Meta Platforms — medição e otimização de anúncio (seção 6) e o próprio WhatsApp, por onde a conversa acontece.
- Hostinger — infraestrutura (servidor próprio) onde rodam nossa automação, o banco com as respostas do diagnóstico e o histórico das conversas.
- Cloudflare (Cloudflare, Inc., dos Estados Unidos, numa conta da Atos de Sucesso no plano gratuito). Desde 22 de outubro de 2026 é ela quem traduz o endereço atosdesucesso.com pro endereço dos nossos servidores (o DNS), e desde 23 de outubro é ela também quem entrega as páginas do site, no lugar da HostGator: o início, esta política, os termos de uso, o diagnóstico e a página /dentistas/. Toda vez que alguém abre uma dessas páginas, a Cloudflare recebe o IP, os dados do navegador, a URL completa, inclusive os parâmetros de origem da seção 3.2 (utm, fbclid e os outros), e a página de onde a pessoa veio (o referrer). Desde 23 de outubro ela entrega também o painel de números que a gente dá pra clínica acompanhar o agente, a página que a clínica abre com um código de acesso próprio no endereço. O painel mostra só números somados (conversas atendidas, quantas foram fora do horário, agendamentos, tempo de resposta e um gráfico por hora), nenhuma conversa, nome ou telefone. Quando alguém abre o painel, a Cloudflare recebe o IP de quem abriu e o endereço com o código de acesso da clínica. Os números somados saem do nosso servidor. É também numa conta nossa dentro dela que fica o registro de acesso da seção 9, o de agora e a cópia do de antes da troca. Nisso tudo a controladora é a Atos, e a Cloudflare trata o dado como operadora nossa (art. 39 da LGPD). A política de privacidade dela, em vigor desde 4 de novembro de 2025, diz que ela é processadora do conteúdo de clientes e de usuários finais. Só que não fixa por quanto tempo guarda o que recebe de quem visita um site: diz apenas que guarda pelo tempo compatível com as finalidades dela. Por isso não prometemos prazo por ela. Os 6 meses da seção 9 valem pro nosso banco, não pros sistemas dela. A Cloudflare não grava cookie no seu navegador nem coloca script na página (seção 5). O que não passa por ela: as respostas do diagnóstico (a página passa por ela, mas o que você responde nela vai direto pro nosso servidor, que a Cloudflare só localiza pelo DNS); as conversas de WhatsApp, as da Atos e as das clínicas; e o e-mail. Conversa de paciente de clínica nunca passa pela Cloudflare.
- HostGator — hospedou as páginas do site e o painel de números da clínica, e gravou o registro de acesso, até a troca de 23 de outubro de 2026, quando a Cloudflare do item acima passou a entregar os dois. Hoje ela fica só com o endereço atosdesucesso.com.br, que redireciona pro .com. Quem abre o .com.br passa por ela antes de ser redirecionado, e a gente não sabe por quanto tempo ela guarda o registro dessa passagem, por isso não prometemos prazo por ela. Do .com ela não hospeda mais nada. O registro que ela gravou até a troca foi copiado pra nossa conta na Cloudflare e não fica mais com ela (seção 9).
- Google — o modelo de linguagem que redige a resposta do agente, a transcrição dos áudios e a classificação e descrição das imagens que você manda no WhatsApp, os três pela API do Gemini, contratada diretamente por nós; e as fontes tipográficas do site, que fazem seu navegador contatar servidores do Google e revelar seu IP em toda página. Recebe o conteúdo das mensagens, os áudios e as imagens — inclusive as imagens que a gente acaba recusando, porque é a classificação do Gemini que identifica foto de paciente e documento com dado pessoal.
- Sobre o item acima: como controladora, a Atos de Sucesso não autoriza esse fornecedor a usar o conteúdo das suas conversas pra treinar modelos de inteligência artificial, nem a submetê-lo a revisão humana além do necessário pra prestar o serviço. Eles processam sob nossas instruções, na forma do art. 39 da LGPD.
- Cal.com — agendamento das reuniões.
- Autoridade pública — quando houver ordem judicial, requisição legal ou obrigação regulatória. Se acontecer, a gente te avisa, salvo se a lei proibir o aviso.
Se a Atos de Sucesso for vendida, incorporada ou fundida, os dados podem ser transferidos pra sucessora, que fica obrigada aos mesmos termos desta política.
8. Transferência internacional
Meta, Google, Cloudflare, HostGator, Cal.com e Hostinger processam dados fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos e na União Europeia. A Cloudflare entra pelo site e pelo painel de números, e no caso dela é principalmente nos Estados Unidos. Desde 22 de outubro de 2026 ela resolve o endereço do site (o DNS), e desde 23 de outubro entrega as páginas e o painel de números que a gente dá pra clínica (seção 7). A cada página aberta, sai do país pra ela o IP, os dados do navegador, a URL completa com os parâmetros de origem e a página de onde você veio. A cada abertura do painel, sai o IP de quem abriu e o endereço com o código de acesso da clínica. É numa conta nossa dentro dela que fica o registro de acesso da seção 9, inclusive a cópia do registro de antes da troca. Resposta do diagnóstico, conversa de WhatsApp e e-mail não vão pra ela. A OpenAI também processa fora do país, e entra num lugar só: a conversa de clínica da seção 3-A, onde a Atos é operadora e a clínica é a controladora. Sem região de dados no Brasil, ela processa principalmente nos Estados Unidos. Então, em cada clínica que já trocou, sai do país pra OpenAI o que antes saía pro Google: o texto da conversa de paciente (pra redigir a resposta e montar o resumo que vai pra equipe), o áudio (pra transcrever) e a imagem inteira, que pode ser foto de paciente (pra classificar e descrever), quando é o agente que está respondendo. Nas clínicas onde a troca ainda não chegou, esse mesmo conteúdo segue indo pro Google. Na conversa com a própria Atos, a do agente Rafa, a OpenAI não entra. Essas transferências são necessárias pra execução dos serviços que você pediu, pras finalidades declaradas na seção 4 e, na conversa de clínica, pro serviço que a clínica contratou. Elas se apoiam nas hipóteses do art. 33 da LGPD, com as cláusulas contratuais e os termos de proteção de dados oferecidos por cada um desses fornecedores.
9. Por quanto tempo a gente guarda
- Respostas do diagnóstico e dados de origem da visita: 24 meses contados do envio, ou até você pedir a exclusão.
- Conversas de WhatsApp e transcrição dos áudios: 24 meses contados da última mensagem, ou até você pedir a exclusão. A transcrição é texto, e fica no mesmo lugar que o resto da conversa.
- Arquivo de áudio que você manda na conversa: cerca de duas semanas. Ele não entra no banco onde ficam as conversas, mas fica nos registros de execução da nossa automação, e esses registros são apagados automaticamente nesse prazo. Vale saber disso antes de pedir: se você exercer o direito de acesso da seção 10 e quiser o áudio depois desse prazo, a gente não tem o que te entregar — tem a transcrição dele, não o arquivo.
- Descrição em texto das imagens enviadas na conversa: segue o prazo das conversas de WhatsApp, 24 meses contados da última mensagem. A imagem em si não é guardada por nós, e imagem de paciente ou documento não gera descrição nenhuma.
- Registro técnico de entrega das mensagens de WhatsApp: 7 dias contados do envio na tabela própria dele, e o prazo dos registros de execução da nossa automação, por onde o mesmo aviso também passa. Guarda o identificador da mensagem, o número de destino e se ela foi entregue ou lida — não guarda o conteúdo.
- Registros de acesso ao site e ao painel: 6 meses, conforme o art. 15 do Marco Civil da Internet. Desde a troca de 23 de outubro de 2026, quem guarda é a gente, num banco da nossa própria conta na Cloudflare, que apaga cada registro automaticamente quando ele completa 6 meses. Cada registro é uma página aberta: data e hora, IP, URL completa, navegador (user agent) e referrer. O acesso ao painel de números da clínica entra no mesmo banco, com os mesmos campos e o mesmo prazo, só que o código de acesso da clínica, que vai no endereço, fica cortado nos 6 primeiros caracteres (seção 3.1). Esse prazo é o do nosso banco. A política da Cloudflare não fixa por quanto tempo ela guarda, nos sistemas dela, o que recebe de quem visita, e por isso não prometemos prazo por ela (seção 7). O registro de antes da troca, que a HostGator guardava, foi copiado pra um armazenamento privado da nossa conta na Cloudflare, sem acesso público, e cada dia dele é apagado sozinho quando completa 6 meses. Não fica mais com a HostGator. Já o que ela registra hoje de quem abre o .com.br não está nesse prazo: a gente não sabe por quanto tempo ela guarda, e por isso não prometemos prazo por ela (seção 7).
- Cookies _fbp e _fbc: até 90 dias no seu navegador, e você apaga quando quiser.
- Dados de quem virou cliente: pelo prazo do contrato e, depois dele, pelo tempo exigido pela legislação fiscal, contábil e civil — até 5 anos contados do fim da relação.
Passado o prazo, o dado é eliminado ou anonimizado, do jeito que o art. 16 da LGPD permite. Dado sob discussão judicial fica retido até o fim do processo.
10. Seus direitos
O art. 18 da LGPD te dá, e a gente cumpre:
- Confirmação de que existe tratamento, e acesso aos dados.
- Correção de dado incompleto, inexato ou desatualizado.
- Anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário, excessivo ou tratado fora da lei.
- Portabilidade a outro fornecedor, nos termos que a ANPD definir.
- Eliminação dos dados tratados com base em consentimento.
- Saber com quais entidades públicas e privadas a gente compartilhou seus dados.
- Ser informado sobre a possibilidade de não consentir, e o que acontece se você negar.
- Revogar consentimento, quando o tratamento se apoiar nele.
- Se opor a tratamento feito com base em legítimo interesse — inclusive a contagem de visitas por anúncio e a origem do diagnóstico, da seção 4.
Como exercer: escreva pra contato@atosdesucesso.com dizendo o que você quer. Se você fez o diagnóstico, mande junto o código de quatro caracteres — sem ele, ou sem o telefone que conversou com a gente, pode não haver como localizar seus dados, porque o quiz não pede identificação. A gente pode pedir informação adicional pra confirmar que é você, e usa essa informação só pra isso.
Prazo: respondemos em até 15 dias, conforme o art. 19, II da LGPD.
11. Decisão automatizada
Duas coisas por aqui rodam sem pessoa no meio: o cálculo do diagnóstico, que aplica uma fórmula fixa sobre as respostas que você deu, e a triagem inicial da conversa pelo agente, que classifica o interesse e decide quando chamar alguém da equipe. Nenhuma das duas nega crédito, produto ou serviço a ninguém — no máximo definem a ordem do nosso atendimento.
Ainda assim, o art. 20 da LGPD te dá o direito de pedir revisão dessas decisões e explicação sobre os critérios usados. É o mesmo e-mail da seção 10, e quem responde é uma pessoa.
12. Segurança e incidentes
O acesso ao banco e às automações é restrito e protegido por credencial individual; o tráfego do site e das integrações é criptografado; chaves e tokens ficam guardados fora do código que roda no seu navegador. Nenhuma dessas medidas torna um sistema invulnerável, e a gente não vai fingir que torna.
Se acontecer incidente de segurança com risco relevante pra você, a gente comunica você e a ANPD, como manda o art. 48 da LGPD, informando o que houve, quais dados foram afetados e o que estamos fazendo.
13. Menores de idade
Nossos serviços são dirigidos a empresas e a pessoas maiores de 18 anos. Não coletamos dados de criança ou adolescente de propósito. Se descobrirmos que recebemos, apagamos.
14. Mudanças nesta política
Quando a gente mudar alguma coisa, a data e o número da versão no topo mudam junto. Se a mudança alterar de forma relevante o que fazemos com o seu dado — nova finalidade, novo terceiro, nova base legal —, a gente avisa antes de a mudança valer, no site e, quando houver como te contatar, no canal em que você falou com a gente. As versões anteriores ficam disponíveis a quem pedir por e-mail.
15. Fale com a gente, e com a ANPD
Qualquer dúvida, pedido ou reclamação: contato@atosdesucesso.com. Se a nossa resposta não te satisfizer, você pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados em gov.br/anpd.